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Já matei por menos, às 09:02 de 08 de fevereiro
Eu queria fazer um projeto de residência artística na Faixa de Gaza para pessoas que dão informação errada em dias em que a temperatura chega a 32°C. O público prioritário seriam os cobradores de ônibus. Eles aliam o...
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Na Cara do Gol, às 10:02 de 07 de fevereiro
IPTU
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Nariz Gelado, às 14:02 de 06 de fevereiro
Ainda a pesquisa Vox Populi
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Alexandre Soares Silva, às 21:02 de 05 de fevereiro
Mitzi Gaynor <3
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A Vida de Tiago A., às 15:02 de 05 de fevereiro
tributo a JMS
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1.
Fica vedada qualquer menção a Foucault, salvo esta.
2. Pagará multa o blogueiro que publicar qualquer um destes termos: "pensata", "de plantão", "diálogo fecundo" e "num misto de", ainda que a título de brincadeira.
3. Como regra, arte plástica contemporânea só é arte no sentido desta frase: "Meu filho, vê se pára de fazer arte!" Arte contemporânea passa a ser contradição em termos.
4. Somos todos contra a última opinião em voga sobre o Paulo Francis. Elogio ou crítica.
5. "Morno se vomita": aqui é quente ou frio. Frio, de preferência.
6. A qualidade do que se escreve no portal se mede pela capacidade de esculhambar com gentileza.
7. Nenhum nacionalismo, nenhum regionalismo; aqui se fala português por força do acaso. Mas também se falará outro idioma quando necessário e, principalmente, quando desnecessário.
8. A 1ª pessoa do singular serve à farsa; ninguém aqui, antes de completar 60 anos, falará sobre os livros que influenciaram sua formação. Respeitem a memória de Joaquim Nabuco, filisteus.
9. Argumente, seja pela direita ou pela esquerda, mas não lamba a sarjeta. Pense bem antes de soar fascista ou stalinista.
10. O leitor é o cliente, e o cliente costuma ter razão. Como isso tem limites, qualquer ironia será ironia mesmo, sem colher-de-chá.
11. Limpeza (que não é necessariamente clareza), densidade (que não é necessariamente concisão), elegância (que não é necessariamente sobriedade), eis a nossa linguagem.
2. Pagará multa o blogueiro que publicar qualquer um destes termos: "pensata", "de plantão", "diálogo fecundo" e "num misto de", ainda que a título de brincadeira.
3. Como regra, arte plástica contemporânea só é arte no sentido desta frase: "Meu filho, vê se pára de fazer arte!" Arte contemporânea passa a ser contradição em termos.
4. Somos todos contra a última opinião em voga sobre o Paulo Francis. Elogio ou crítica.
5. "Morno se vomita": aqui é quente ou frio. Frio, de preferência.
6. A qualidade do que se escreve no portal se mede pela capacidade de esculhambar com gentileza.
7. Nenhum nacionalismo, nenhum regionalismo; aqui se fala português por força do acaso. Mas também se falará outro idioma quando necessário e, principalmente, quando desnecessário.
8. A 1ª pessoa do singular serve à farsa; ninguém aqui, antes de completar 60 anos, falará sobre os livros que influenciaram sua formação. Respeitem a memória de Joaquim Nabuco, filisteus.
9. Argumente, seja pela direita ou pela esquerda, mas não lamba a sarjeta. Pense bem antes de soar fascista ou stalinista.
10. O leitor é o cliente, e o cliente costuma ter razão. Como isso tem limites, qualquer ironia será ironia mesmo, sem colher-de-chá.
11. Limpeza (que não é necessariamente clareza), densidade (que não é necessariamente concisão), elegância (que não é necessariamente sobriedade), eis a nossa linguagem.

