Últimas Atualizações
  • Pró Tensão, às 22:03 de 19 de março

    SÃO PIXINGUINHA

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  • Já matei por menos, às 21:03 de 19 de março

    Depois que mudei de computador, evito começar frases com palavras acentuadas na primeira letra. Palavras como único, por exemplo. Porque eu não sei acentuar maiúscula no mac, porque eu tenho preguiça de procurar no Googl...

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  • Alexandre Soares Silva, às 12:03 de 18 de março

    Imagino um mundo em que as pessoas gostam de ficar girando com estrume na mão. Porque, sei lá, é gostoso ficar sentindo a força centrífuga do estruminho na palma da sua mão, os pedaços voando por entre os seus dedos. ...

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  • Na Cara do Gol, às 10:03 de 18 de março

    Mais uma leva

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  • Filthy McNasty, às 10:03 de 18 de março

    Mas o fato é que muito mais gente faz (ou gostaria de fazer) sexo do que política, e isso é prova de sensatez, não leviandade.

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1. Fica vedada qualquer menção a Foucault, salvo esta.

2. Pagará multa o blogueiro que publicar qualquer um destes termos: "pensata", "de plantão", "diálogo fecundo" e "num misto de", ainda que a título de brincadeira.

3. Como regra, arte plástica contemporânea só é arte no sentido desta frase: "Meu filho, vê se pára de fazer arte!" Arte contemporânea passa a ser contradição em termos.

4. Somos todos contra a última opinião em voga sobre o Paulo Francis. Elogio ou crítica.

5. "Morno se vomita": aqui é quente ou frio. Frio, de preferência.

6. A qualidade do que se escreve no portal se mede pela capacidade de esculhambar com gentileza.

7. Nenhum nacionalismo, nenhum regionalismo; aqui se fala português por força do acaso. Mas também se falará outro idioma quando necessário e, principalmente, quando desnecessário.

8. A 1ª pessoa do singular serve à farsa; ninguém aqui, antes de completar 60 anos, falará sobre os livros que influenciaram sua formação. Respeitem a memória de Joaquim Nabuco, filisteus.

9. Argumente, seja pela direita ou pela esquerda, mas não lamba a sarjeta. Pense bem antes de soar fascista ou stalinista.

10. O leitor é o cliente, e o cliente costuma ter razão. Como isso tem limites, qualquer ironia será ironia mesmo, sem colher-de-chá.

11. Limpeza (que não é necessariamente clareza), densidade (que não é necessariamente concisão), elegância (que não é necessariamente sobriedade), eis a nossa linguagem.
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