altovolta, às 00:33 de 25/07
Michael Jackson é funk brother soul.
A Vida de Tiago A., às 21:49 de 24/07
O Direito Administrativo, segundo Andreis Passarinho. Quando perguntado quem ele é, o Direito Administrativo responde (em alemão): -Eu sou o conjunto de normas e princípios que, visando sempre ao interesse público, regem as relações jurídicas entre as pessoas e órgãos...
puragoiaba, às 16:44 de 24/07
"What's in a name? That which we call a rose/ By any other name would smell as sweet." Sinto dizer, mas você está errada, Julieta-tá.
Chá das Cinco, às 14:40 de 24/07
Gosto de adolescente por pintura se resume a surrealismo e a alguns expressionistas. Pelo menos é o que lembro de alguns colegas de segundo grau um pouco mais arty. Ao contrário de arte abstracionista, e como arte clássica, surrealismo e...
Los Olvidados, às 01:36 de 24/07
Ray Harryhausen, mago do stop-motion.
1. Fica vedada qualquer menção a Foucault, salvo esta.
2. Pagará multa o blogueiro que publicar qualquer um destes termos: "pensata", "de plantão", "diálogo fecundo" e "num misto de", ainda que a título de brincadeira.
3. Como regra, arte plástica contemporânea só é arte no sentido desta frase: "Meu filho, vê se pára de fazer arte!" Arte contemporânea passa a ser contradição em termos.
4. Somos todos contra a última opinião em voga sobre o Paulo Francis. Elogio ou crítica.
5. "Morno se vomita": aqui é quente ou frio. Frio, de preferência.
6. A qualidade do que se escreve no portal se mede pela capacidade de esculhambar com gentileza.
7. Nenhum nacionalismo, nenhum regionalismo; aqui se fala português por força do acaso. Mas também se falará outro idioma quando necessário e, principalmente, quando desnecessário.
8. A 1ª pessoa do singular serve à farsa; ninguém aqui, antes de completar 60 anos, falará sobre os livros que influenciaram sua formação. Respeitem a memória de Joaquim Nabuco, filisteus.
9. Argumente, seja pela direita ou pela esquerda, mas não lamba a sarjeta. Pense bem antes de soar fascista ou stalinista.
10. O leitor é o cliente, e o cliente costuma ter razão. Como isso tem limites, qualquer ironia será ironia mesmo, sem colher-de-chá.
11. Limpeza (que não é necessariamente clareza), densidade (que não é necessariamente concisão), elegância (que não é necessariamente sobriedade), eis a nossa linguagem.